
Os tratamentos para as pessoas com diabetes são individualizados, ou seja, se o medicamento recomendado for bem adaptado para um pode ser que para outro indivíduo não tenha o mesmo resultado.
Existem casos de pessoas com diabetes tipo 2 que conseguem fazer o controle da glicemia por meio da alimentação balanceada e com a prática de exercícios físicos. Outros casos já pedem a medicação para a manutenção da glicemia sob controle. Quem vai determinar o tipo de medicamento é o médico. Já a dieta e os exercícios físicos pedem acompanhamentos de nutricionistas e educadores físicos.
É importante salientar que os medicamentos não curam o diabetes, mas permitem a manutenção da glicemia dentro dos valores esperados. Eles agem por um período de tempo, a cada vez que os comprimidos são ingeridos ou a insulina é aplicada.
Segundo a Drª. Mariana V. Pereira Porciuncula, Médica Endocrinologista, “para avaliar o paciente, pedimos exames de sangue importantes para diagnosticar precisamente o tipo de diabetes e qual o melhor medicamento”.
Depoimentos em vídeo: Tratamentos com bomba de insulina.
Treinamento online do Sistema Accu-Chek Combo.
Hoje, sem a tecnologia, não podemos entrar na internet, enviar e-mails, twittar, deixar mensagens no facebook, falar com as pessoas pelo telefone. Mas existem muitas outras formas de tecnologia que nos auxiliam a viver melhor e a ter conforto no nosso dia a dia, principalmente quando falamos em saúde.
Por meio da tecnologia desenvolvida para a saúde, foram erradicadas diversas doenças infantis; aprendeu-se a evitar a dor e com isso foram abertos campos para as técnicas cirúrgicas modernas e, entre outras conquistas, que ajudou a prolongar a vida humana.
Com relação ao diabetes, sabemos que muitas empresas estão focadas na realização de pesquisas e no desenvolvimento de equipamentos que facilitem a administração da insulina como também de automonitorização da glicemia.
Algumas pesquisas já estão sendo realizadas para curar o diabetes, apesar de ainda não terem um resultado definitivo, entre eles estão transplante de ilhotas, de células-tronco e de pâncreas.
Enquanto a cura não é descoberta, foi desenvolvido um equipamento que auxilia a administração de insulina e promove maior controle das glicemias, o Sistema de Infusão Contínua de Insulina (SIC de insulina), chamado também de Bomba de insulina, foi um dos aparatos tecnológicos que tem mostrado mais eficiência no tratamento da pessoa com diabetes. Uma das principais vantagens da terapia com o SIC de Insulina é que substitui as injeções diárias de insulina com seringa ou caneta, pois é instalada através de uma cânula flexível que fica no subcutâneo do corpo e um catéter que faz a ligação até o equipamento, por onde percorre a insulina, portanto a pessoa leva uma “picada” a cada 3 dias. Esse procedimento é realizado de forma tranquila na própria casa da pessoa. A programação permite a liberação contínua de insulina durante 24 horas, de acordo com as necessidades individuais.
Segundo a Dra. Ana Claudia Ramalho, endocrinologista e professora adjunta da Universidade Federal da Bahia, que convive com diabetes tipo 1 há mais de 28 anos, “as vantagens desse sistema são inúmeras, entre elas muito mais flexibilidade para realização das atividades diárias, pois não há necessidade de ter uma rotina engessada para se programar com antecedência nos momentos de se alimentar e aplicar insulina”.
“Além disso, há um refinamento maior do controle glicêmico, pois existe a possibilidade de comer qualquer tipo de alimento e estender a programação do bolus a fim de digerir com mais facilidade. Como por exemplo, os alimentos gordurosos demoram mais tempo para serem metabolizados pelo organismo”, explica a Dra. Ana.
Como usuária do Sistema Accu-Chek Combo, a Dra. Ana pontua alguns diferenciais do equipamento. “O modelo Accu-Chek Combo tem como caraterística o cálculo de bolus integrado que auxilia o paciente a realizar o seu bolus de forma fácil e rápida por meio de comandos no Accu-Chek Performa Combo. O cálculo de bolus incentiva o paciente a ter mais aderência ao tratamento do diabetes. Também melhora o controle metabólico e mantém a glicemia dentro da faixa de normalidade. Outro diferencial do cálculo é que é automático e preciso, pois considera parâmetros individuais como glicemia atual, insulina ativa, tempo de espera da mesma e elevação da glicemia pós prandial e separa o bolus da refeição do da correção, auxiliando no controle”, diz.
Outra pessoa que também utiliza o mesmo sistema é Felipe Rocha Rapouso de 6 anos, 2 deles com diabetes do tipo 1. Sua mãe Giselle relata a experiência: “em dezembro, meu filho pediu para colocar a bomba de insulina. Entramos em contato com o médico, que prescreveu a terapia e em seguida com a Roche. Fizemos o teste durante o mês de fevereiro. Hoje, Felipe já está com o seu sistema permanente. O menino amou o equipamento, pois pode comer tudo o que queria sem precisar se picar durante todo o momento. Isso também facilita minha vida, pois faço a programação para realizar todos os ajustes necessários durante o dia”.
“Mas é sempre importante ter um acompanhamento médico e nutricional para ajustar a programação, pois ainda estamos adaptando o sistema de acordo com as necessidades de Felipe”, pontua Giselle.
Gisele procurou uma nutricionista para saber as necessidades nutricionais de acordo com a idade para ser um garoto sempre saudável com o peso ideal e, ao mesmo tempo, ajustar a programação da bomba de insulina a fim de melhorar a administração da insulina e do controle glicêmico para as variadas atividade diárias de Felipe.
Diferença entre a utilização do SIC no Brasil e em outros países
Hoje, no Brasil, existem em torno de 4000 mil pessoas que utilizam a terapia com o SIC de Insulina. “Infelizmente este tratamento ainda não está sendo receitado pelos médicos, devido à falta de conhecimento da própria equipe de saúde e dos próprios pacientes, além dos preços que ainda são altos”.
Outro ponto importante, de acordo com a Dra Ana, é que o paciente deve passar por um programa de educação em diabetes que contenha principalmente conhecimento sobre Contagem de Carboidrato e informações sobre correção de glicemia para ter mais efetividade no tratamento.
“Costumo não prescrever a bomba de insulina para pacientes recém-diagnosticados, pois é necessário um tempo para assimilar todas as informações para que eles se sintam mais seguros. Mas para mim, independentemente da idade do paciente, prescrevo a terapia com o SIC de Insulina, pois dou todo o suporte necessário para ajustar a programação do equipamento”, acrescenta a médica.
Em outros países principalmente na Europa, o aprendizado da terapia com o SIC de Insulina é mais fácil, mas a metodologia do tratamento também é diferente.
“Na França, há mais opções de bombas de insulina e o governo subsidia o tratamento aos pacientes, mas a relação médico-paciente é mais distante. Conheço bem essa informação na época em que morei lá. Os médicos não acompanham a programação e as variáveis do tratamento, o que pode dificultar o ajuste da terapia”, afirma.
“Já na Alemanha acontece diferente, pois os médicos costumam prescrever para boa parte das pessoas com diabetes de todas as idades”, destaca.
Aqui no Brasil, a Roche conta com uma equipe de educadoras, incluindo nutricionistas e enfermeiras especialistas no tratamento com o SIC, que acompanham e dão todo o suporte técnico necessário ao paciente e médico responsável. As educadoras ficam com seus celulares à disposição 24h para garantir a adaptação e a efetividade da terapia, pois tudo é feito de forma individualizada. Além disso, os pacientes podem contar com o Accu-Chek Responde, Central de Atendimento, assim, os clientes contam com uma equipe de educadoras especialistas em SIC de Insulina.
Os Horários de Atendimento através da Central de Atendimento Accu-Chek Responde – 08007720126 são: 2ª a 6ª das 8h às 20 e sábados das 9h às 15h.
É importante ressaltar que o paciente precisa ter indicação médica para iniciar o Tratamento com o SIC de insulina. Cada pessoa com diabetes tem uma necessidade e características diferentes, por isso, precisa passar por uma avaliação médica para constatar qual a melhor terapia indicada para o perfil.
O importante é conviver bem com o diabetes!
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