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Estudo indica que o adoçante deve ser evitado de ser consumido, quando aquecido! Leia mais aqui!

Sucralose – o que devemos saber O sobrepeso e a obesidade deixaram de impactar as pessoas apenas pelo aspecto visual, pois o que está em jogo não diz respeito somente à vaidade, mas se tornou um sério problema de saúde pública. A obesidade é uma doença crônica, resultante do acúmulo de gordura no organismo, geralmente causada por um consumo excessivo de calorias na alimentação, superior ao valor usado pelo mesmo para a sua manutenção e realização de atividades do cotidiano, ou seja, essa doença acontece quando a ingestão alimentar é maior que o gasto energético correspondente. Também pode...

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Sinal Amarelo! Cuidados com o diagnóstico do pré-diabetes

A prevenção de qualquer doença é a chave de sucesso para que possamos viver mais tempo em harmonia. Descobrir uma doença em sua fase inicial, dependendo da doença, poder ter 100% de chances de cura. Para isso, ter um acompanhamento médico anual faz toda diferença. Por isso, quando o médico pede principalmente exames de sangue, há chances de diagnosticar alguma alteração que pode ser muitas vezes revertida. Segundo o Dr. Marcio Krakauer, endocrinologista e presidente da Associação de Diabetes do ABC, “sempre analiso as características de uma pessoa para saber se tem riscos de desenvolver pré-diabetes ou diabetes tipo 2. Pessoas acima de 45 anos, destacando que quanto mais idade o paciente tiver, maior o risco de ter diabetes, aliado a antecedentes familiares de diabetes ou pré-diabetes, pessoas com obesidade, principalmente a obesidade central, ou seja, o corpo tem a forma de maçã, sedentários, hipertensos, tabagistas, pacientes com riscos cardíacos, mulheres que apresentaram diabetes gestacional, ou que tiveram filhos com mais de 4 kg, solicito exames específicos para o diagnóstico precoce e oriento ações para prevenção do diabetes”. Os exames mais direcionados para o diagnóstico do diabetes são, “a glicemia de jejum, se for constatado estar acima de 100mg/dl e solicito a curva glicêmica com 75g de glicose. Se a taxa em jejum estiver menor que 125 mg/dl e após 2h entre 140mg/dl e 199 mg/dl, diagnosticamos a intolerância à glicose, ou o pré-diabetes”, aponta Dr. Marcio. “Apesar de não haver sintomas nesse período de pré-diabetes, não há também alterações específicas no corpo, sabemos que em torno de 10% das pessoas, que apresentam intolerância à glicose (ou o pré-diabetes), já apresentam sinais de alguma complicação crônica como retinopatia em algum grau, nefropatia ou neuropatia. Já se sabe que há um aumento do risco cardiovascular importante nesta fase com maior incidência de infartos e derrames. Por estas razões é que se discute se é mesmo pré-diabetes ou se já não poderíamos chamar de diabetes, e realizar tratamentos para corrigir estas alterações”, elucida Dr. Marcio. “Por isso, o diabetes pode ser prevenido se estiver nesta fase de intolerância à glicose em quase 60% apenas com dieta adequada e atividades físicas constantes. Se somado a isso, utilizarmos alguns medicamentos (alguns aprovados, outros em estudos) aumentamos muito este número, até perto de 80%”, sensibiliza Dr. Marcio. Dessa forma, os tratamentos médicos se concentram em realizar algumas mudanças no estilo de vida que incluem, “uma dieta balanceada, exercícios físicos, alguns medicamentos mais direcionados, além de drogas inibidoras da DPP-IV, análogos de GLP e muitas vezes insulinas que estão sendo testadas com resultados surpreendentes na prevenção do diabetes tipo 2 e em casos de pré-diabetes”, indica Dr. Marcio. “Outra recomendação importante é que além de um endocrinologista, clínicos gerais, cardiologistas e geriatras e até ginecologistas, no caso das mulheres, devem estar atentos com qualquer alteração. Esses profissionais vão orientar o tratamento dietético, estimular a prática de exercícios e encaminhar o paciente para tratamento medicamentoso”, sugere Dr. Marcio.

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A Organização Pan-Americana da Saúde fez mudanças significativas no perfil nutricional que o Brasil deve seguir!

Perfil Nutricional da Organização Pan-Americana da Saúde Deise Regina Baptista* Segundo o novo perfil nutricional da Organização Pan-Americana da Saúde, há restrição da promoção e publicidade de alimentos e bebidas não saudáveis, regulamentação da alimentação escolar, uso de rótulos de advertência na parte frontal das embalagens, definição de políticas de tributação para limitar o consumo de alimentos não saudáveis, avaliação de subsídios agrícolas e seleção de alimentos a serem fornecidos a grupos vulneráveis por programas sociais. Vejamos como cada norma acima citada pode auxiliar às pessoas com obesidade e diabetes. Quanto à restrição da promoção e publicidade de alimentos não saudáveis, temos uma medida positiva à promoção da saúde, tendo em vista que a população não ficaria exposta a eles, tanto em ambientes públicos como privados e assim, fariam escolhas mais adequadas a cada condição (obesidade e diabetes). Na regulamentação da alimentação escolar, pode-se dizer que quanto mais precoce (pré-escola) for a introdução de alimentos in natura (frutas, legumes, verduras, cereais não refinados), somada à convivência com outras crianças, mais fácil será a formação de hábitos saudáveis na alimentação, prevenindo a ocorrência de obesidade e o controle do diabetes mellitus. Importante lembrar que esses hábitos adquiridos devem ser estendidos ao ambiente familiar. O uso de rótulos de advertência na parte frontal das embalagens é extremamente útil, pois a informação nutricional detalhada de um produto alimentício possibilita ao indivíduo “decidir” se deseja ou não o consumir, desde que ele conheça as características nutricionais (saudáveis ou não saudáveis). O investimento em educação nutricional é determinante para que a dita escolha aconteça, caso contrário, não surtirá efeito. Vale ressaltar que a escolha alimentar garante a autonomia do indivíduo e a compreensão dos termos usados na rotulagem aumenta o potencial de proteção e promoção da saúde. O simples ato de tributar determinados alimentos não saudáveis, não os torna mais saudáveis, ou seja, fazendo uma analogia, impostos sobre fast food não garantem reduzir o consumo calórico geral da população. Necessária se faz uma reflexão sobre o aumento assustador da obesidade e diabetes mellitus no Brasil, criando uma política pública de saúde, baseada em tributação ou subsídio de determinados alimentos, em conjunção com políticas de educação nutricional, ato que poderia amenizar o problema de escolha enfrentado pelo consumidor, tendo em vista que haveria a associação de incentivos monetários ao conhecimento sobre práticas de alimentação saudável. Quanto à seleção de alimentos a serem fornecidos a grupos vulneráveis, por exemplo, os que fazem parte da cesta básica podem contribuir para a aquisição de hábitos saudáveis, desde que se invista na educação nutricional do indivíduo como fator determinante de suas escolhas alimentares, levando-se em consideração que a aquisição dos “não saudáveis” pode vir de outras fontes de renda familiar. A efetividade da implantação destas ações no Brasil só acontecerá se houver o envolvimento dos vários setores do governo (agricultura, saúde, educação, desenvolvimento social) em parceria com a sociedade civil e a academia, abertas às discussões. Uma política pública tributária para a promoção da alimentação saudável não deve ser adotada isoladamente. Há necessidade de um trabalho de educação nutricional, que focalize a disseminação de conhecimentos e que atue na prevenção das principais doenças da atualidade. *Deise Regina Baptista é nutricionista e professora do Departamento de Nutrição da Universidade Federal do Paraná, Mestre em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Paraná e Doutoranda em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Paraná.

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Estudo indica que o adoçante deve ser evitado de ser consumido, quando aquecido! Leia mais aqui!

Sucralose – o que devemos saber O sobrepeso e a obesidade deixaram de impactar as pessoas apenas pelo aspecto visual, pois o que está em jogo não diz respeito somente à vaidade, mas se tornou um sério problema de saúde pública. A obesidade é uma doença crônica, resultante do acúmulo de gordura no organismo, geralmente causada por um consumo excessivo de calorias na alimentação, superior ao valor usado pelo mesmo para a sua manutenção e realização de atividades do cotidiano, ou seja, essa doença acontece quando a ingestão alimentar é maior que o gasto energético correspondente. Também pode ser causada por doenças endocrinológicas e psiquiátricas, pela predisposição genética, pela ausência ou diminuição da atividade física, além dos fatores emocionais. O uso do açúcar refinado, o álcool em demasia, bem como a ingestão de embutidos e enlatados, o hábito de salgar em excesso os alimentos e/ou consumi-los industrializados carregados de gorduras saturadas e trans são os principais vilões, que contribuem para o sobrepeso e obesidade. Segundo a nutricionista Maristela Bassi Strufaldi “O açúcar apresenta carga glicêmica elevada, ou seja, é transformado rapidamente em glicose no sangue e esta velocidade está associada à elevação dos níveis de insulina, tendo como consequência aumento do apetite e depósito de gordura abdominal”. Portanto, para pessoas que precisam perder peso ou restringir o uso de açúcares (diabetes), a maneira mais eficaz encontrada foi a utilização dos adoçantes. Dentre uma série de adoçantes encontrados à venda, a sucralose, um adoçante artificial obtido a partir do processamento do açúcar de mesa convencional (obtido da cana de açúcar ou beterraba) tem recebido bastante atenção tanto pelo seu potencial adoçante, o qual é cerca de 600 vezes maior que a do açúcar, quanto pela aparente segurança da substância. Embora seja derivado do açúcar, este adoçante não é natural, pois possui uma estrutura química, que não existe na natureza, e por não ser reconhecido pelo organismo, passa quase que intacto pelo sistema digestivo. Caso fosse absorvido, passaria por um processo de metabolização e já não seria mais “zero calorias”. O benefício mais evidente desse adoçante é seu valor energético, o que o torna uma alternativa interessante para quem precisa reduzir o consumo de açúcar, mas não consegue ficar sem o sabor adocicado. Isso não o isenta de uma aparente segurança. Um artigo científico publicado por pesquisadores da Unicamp num periódico online pertencente ao grupo Nature alerta para os riscos do uso do adoçante sucralose, especificamente, em alimentos e sobremesas quentes como chás, cafés, bolos e tortas. Os principais resultados do estudo indicam que, quando aquecido, a uma temperatura próxima a 98ºC, um pouco abaixo da temperatura de ebulição da água, o adoçante torna-se quimicamente instável, liberando compostos potencialmente tóxicos, os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos clorados (HPACs), os quais possuem efeito cumulativo e de ação potencialmente cancerígena ao organismo. No estudo que gerou a publicação no periódico online de acesso livre Scientific Reports (http://www.nature.com/articles/srep09598), o professor Rodrigo Ramos Catharino, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp e os pesquisadores Diogo Noin de Oliveira e Maico de Menezes, assim declararam “Os resultados da nossa pesquisa apontam dados novos na área de toxicologia de alimentos, indicando que a exposição crônica de seres humanos ao adoçante, caso por exemplo de pessoas com diabetes e de quem faz dietas especiais, pode causar efeitos nocivos à saúde. O uso deste edulcorante artificial merece, portanto, muita atenção dos consumidores, além do desenvolvimento de outras pesquisas por parte de órgãos de regulamentação”. O docente Rodrigo Catharino esclarece que “a sucralose não decomposta é isenta de riscos ao organismo, ou seja, se não a aquecer é completamente inofensiva”. Ainda conforme Catharino, a reação verificada com o aquecimento da sucralose é muito similar ao que acontece com a queima da carne do churrasco. Neste último caso ocorre a liberação de HPAs, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, semelhantes aos HPACs, diferindo apenas pela presença do cloro. “No churrasco, em produtos defumados e até no fumo é possível encontrar HPAs. A queima de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão e gás de carvão é uma das principais fontes de emissão destes compostos. Tanto os HPAs como os HPACs são bastante nocivos. No caso específico do churrasco, que já é bem conhecido, a formação dos HPAs ocorre quando a gordura da carne respinga no carvão por conta do calor. Com a fumaça, estes compostos aderem à carne trazendo riscos à saúde”, esclarece o docente da Unicamp. Segundo Rodrigo, o coordenador das pesquisas “Nos últimos anos, outras pesquisas vêm chamando a atenção da comunidade científica sobre a segurança alimentar da sucralose e de suas aplicações industriais. Embora seja o adoçante artificial mais utilizado em alimentos e produtos farmacêuticos, muitas perguntas ainda precisam ser respondidas quanto ao seu potencial em degradar e formar subprodutos clorados em temperaturas quentes. Este é o caso da nossa pesquisa”. Acesse: http://www.unicamp.br/unicamp/ju/651/pesquisa-alerta-para-adicao-de-sucralose-em-alimentos-quentes

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