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Estudo indica que o adoçante deve ser evitado de ser consumido, quando aquecido! Leia mais aqui!

Sucralose – o que devemos saber O sobrepeso e a obesidade deixaram de impactar as pessoas apenas pelo aspecto visual, pois o que está em jogo não diz respeito somente à vaidade, mas se tornou um sério problema de saúde pública. A obesidade é uma doença crônica, resultante do acúmulo de gordura no organismo, geralmente causada por um consumo excessivo de calorias na alimentação, superior ao valor usado pelo mesmo para a sua manutenção e realização de atividades do cotidiano, ou seja, essa doença acontece quando a ingestão alimentar é maior que o gasto energético correspondente. Também pode...

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Como identificar se a hipoglicemia é grave e quando é necessário ir ao hospital?

É normal que no início do tratamento do diabetes, a pessoa tenha mais incidência de hipoglicemia e, ao longo do seu tratamento, continuará a ter episódios de hipoglicemia. Também é normal que a pessoa se pergunte: Posso solucionar esse episódio sozinha ou preciso ir ao hospital? Para esclarecer esses pontos, Dra. Karla Melo, endocrinologista, comenta “não é possível definir um limite único de glicemia para diagnóstico de hipoglicemia, tendo em vista que os seus sintomas podem aparecer em níveis mais baixos para indivíduos que têm episódios frequentes de hipoglicemia; e em níveis mais elevados naqueles pacientes que apresentam glicemias frequentemente elevadas. De qualquer forma, define-se valores de glicemia ≤70 mg/dL como um alerta para a presença de hipoglicemia”. “Os primeiros sintomas são as primeiras respostas do organismo à queda de glicose no sangue e são semelhantes aos sintomas que qualquer indivíduo pode apresentar durante um susto/estresse agudo, como taquicardia (batidas cardíacas aceleradas), sudorese (aumento do suor) e tremores. Hipoglicemias frequentes podem reduzir o nível de glicemia abaixo do qual estes sintomas ficam aparentes, podendo evoluir para hipoglicemias graves. Nestas situações, os pacientes podem apresentar confusão mental, mudança de comportamento, irritabilidade, fraqueza, inquietação, sonolência, convulsões, perda da consciência, podendo levar à morte. Alguns pacientes queixam-se de sintomas extremamente subjetivos como dormência e formigamento em regiões do corpo, ficar alheio ao ambiente e sensações ‘estranhas'”, acrescenta Dra. Karla. Por isso, quando a pessoa tem sintomas de hipoglicemia, é necessário avaliar antes se é válido ir para o hospital. “Se o paciente estiver consciente e com condições de resolver a sua hipoglicemia, por meio da ingestão de carboidratos, não precisará dirigir-se ao hospital. Deverá ingerir 15 a 20 gramas de carboidratos de absorção rápida, como 1 colher das de sopa com açúcar ou mel, ou ½ lata de refrigerante comum, ou uma laranja, maçã ou pera, ou 3 balas de caramelo. Após a ingestão, aguardar 15 a 20 minutos para a resolução dos sintomas. Caso ainda esteja sentindo-se mal reavalie a sua glicemia ou repita a ingestão de mais 15 a 20 gramas de carboidrato”, sugere a médica. “Caso o paciente tenha perdido a consciência, não se deve tentar administrar alimentos por boca, pelo risco de aspiração deste conteúdo para os pulmões. Um único procedimento pode ser feito em domicílio, a administração subcutânea ou intramuscular de glucagon. Logo que o paciente recuperar a sua consciência, deverá ingerir carboidratos de absorção rápida para evitar recorrência da hipoglicemia. Caso não tenha glucagon disponível no domicílio, levar o paciente rapidamente ao hospital para atendimento em pronto-socorro”, alerta Dra. Karla. “Quando chegar ao pronto-socorro, é importante informar à equipe o diagnóstico de diabetes, os medicamentos em uso e se o paciente costuma ter episódios de hipoglicemia grave. Assim, vão verificar a glicemia, durante a avaliação. Além disso, é importante ter em sua carteira um cartão de identificação de portador de diabetes. Ajudará na resolução de hipoglicemias graves nas quais o paciente entre no pronto-socorro com perda de consciência. Levar o glicosímetro ajudará a entender melhor o controle glicêmico do paciente. É importante que os portadores de diabetes tipo 2, que utilizam muitos medicamentos, levem a sua última receita ou os medicamentos em uso. Estes procedimentos ajudarão no atendimento e na resolução do quadro que levou o paciente ao hospital”, aconselha a médica. Por isso, Dra. Karla finaliza suas recomendações com uma mensagem “quanto mais informativo for o paciente sobre o seu controle glicêmico e as suas respostas aos diversos estímulos e tipos diferentes de tratamento, maior a possibilidade de ter ajustes terapêuticos adequados. Lembre-se, adivinhar é proibido e o médico terá apenas as informações que você disponibilizar. Veja os componentes da equipe de saúde como profissionais que estão ali para ajudar a restabelecer a sua saúde e uma rotina saudável.

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Diabetes na Terceira Idade

Envelhecimento é para diversos autores um processo evolutivo, um ato contínuo que acontece a parir do nascimento do indivíduo até a sua morte! É o processo constante de transformação! A chamada Terceira Idade para alguns, é um aprisionamento, para outros é a conscientização de seu atual momento, que deve ser vivido com o mesmo amor e dedicação que vivenciou em seus anos mais jovens. A terceira idade não comprometida psicologicamente é aquela que cuida, vive e quer continuar vivendo a vida em toda sua plenitude. Dentro dos aspectos biopsíquicos da terceira idade, o que mais nos chama a atenção é o estresse, o desgaste físico e a tendência à obesidade localizada. Quando o diagnóstico chega, geralmente a primeira reação é de incredulidade e negação. Em seguida a pessoa se sente chocada, apática e cria uma sensação de descrença. Ela age, ignorando muitas vezes o diagnóstico. Manifesta sentimentos de dor emocional, tristeza, angústia e mal estar. O sentimento de culpa e depressão é inevitável muitas vezes. Nenhuma outra emoção humana é tão aflitiva e dolorosa quanto a culpa, por sermos diretamente responsáveis por nossas escolhas. O tempo, a dedicação, o amor, o afeto dos familiares e a crença em Deus, formam o elixir perfeito para ajudar o portador de diabetes a superar sua dor e tristeza. Ao tomar consciência de si, começam a elaborar a própria doença. Este processo envolve a procura de mecanismos de recuperação, uma reeducação alimentar, social e físico-emocional e o trabalho que passa a  ter valor terapêutico. Neste momento, a troca de vivências com portadores da mesma doença tem um valor infinito, o que acontece nas associações de diabetes, por exemplo, como o conhecimento da própria doença, a descoberta de uma nova forma de viver e enxergar a própria vida e a descoberta de não estar só, levando-o a repensar suas crenças e valores. Reaprende assim a conviver com sua própria condição. Geralmente esse movimento acontece com a intervenção de uma equipe interdisciplinar presente nestas instituições que ajuda o portador a se recolocar no mundo com o seu eu mais reestruturado. Conscientes de sua realidade, retomam as tarefas diárias com mais coragem e responsabilidade sobre sua própria vida, aceitando suas mudanças e vivendo com mais autenticidade novos modelos de ser. Compreender estas pessoas perfaz uma necessidade urgente dos profissionais da saúde de se apoderarem de uma escuta mais qualificada, e a se questionarem sobre alguns aspectos do nosso comportamento profissional e pessoal ao lidar com o desequilíbrio das emoções humanas. Somente através da compreensão desses pacientes, é possível cuidar de ajudá-los a enfrentar tais situações. Um outro aspecto a ser considerado é o fato de que devemos ter em mente a necessidade do homem ser livre para viver plenamente seus sentimentos negativos também e gerenciar auto cuidado apreendido! Finalmente, considero que a vida está aí nos presenteando com a riqueza de apenas ser…Cabe a cada um de nós, nos responsabilizarmos por nossa próprias escolhas! Podemos escolher passarmos por ela com esperança e confiança da descoberta de nossas próprias capacidades e novas habilidades ou nos afundar na amargura do desconhecido! O Desafio está lançado!!! Escrito por Regina Niglio,psicoterapeuta especializada em doenças crônicas e membro do Conselho Consultivo e Científico da Associação Diabetes Brasil (ADJ)

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Diabetes tipo 2

90% dos casos diagnosticados nos consultórios e hospitais são compostos de pacientes com diabetes do tipo 2. O que acontece: o pâncreas pode produzir insulina suficiente, mas o corpo não pode usar de maneira eficiente a insulina que ele produz. Isso é conhecido como resistência à insulina. Eventualmente, o pâncreas pode parar completamente de produzir insulina. Tradicionalmente, o diabetes tipo 2 afeta as pessoas mais velhas, mas pode afetar pessoas de qualquer idade. Os fatores de risco adicionais ou características do diabetes tipo 2 incluem: Histórico familiar de diabetes Histórico de diabetes gestacional Obesidade Raça/etnia1 Como o diabetes tipo 2 se desenvolve lentamente e, frequentemente, é difícil de detectar, muitas pessoas não são diagnosticadas antes de surgirem diversas complicações. Um terço das pessoas com diabetes podem não ter sido diagnosticadas.² “Identificamos primeiramente se a pessoa em questão tem mais resistência à insulina, ou se há uma maior deficiência para produzir insulina . Se for diagnosticado que o quadro de resistência à insulina é predominante, principalmente em pacientes com sobrepeso ou obesidade, os medicamentos indicados são aqueles que melhoram a ação ou a absorção da insulina. Já na segunda situação, o paciente é magro e sugerimos remédios que estimulem o pâncreas a liberar mais insulina”, relata Dra. Mariana. Complementando a explicação, o livro Diabetes Sem Medo, do Dr. Leão Zugary e Tania Zugary, diz que “alguns comprimidos diminuem a absorção da glicose no tubo digestivo, não permitindo que ela se eleve no sangue, outros estimulam a produção de insulina pelo pâncreas, outro grupo tem sua principal ação inibindo a produção de glicose pelo fígado e ainda outro melhora a ação da insulina”. Segundo o Portal Diabetes.com.br, os comprimidos podem ser classificados em: Sulfoniluréias, ou seja, estimulam a produção de insulina; Biguanidas proporcionam a melhora da resistência à insulina; Inibidores da Alfa-glicosidase promovem a diminuição da absorção de carboidratos; Metiglinidas estimulam a secreção pancreática de insulina e as Glitazonas aumentam a sensibilidade à insulina no tecido muscular. Inibidores da DPP-IV e análogos de GLP-1, sendo os mais novos, estimulam a liberação de insulina pelo pâncreas através de aumento de um hormônio intestinal , o GLP-1. Mas, ainda assim, é importante entender cada caso, pois muitas vezes o paciente chega aos consultórios com a glicemia muito descompensada. Portanto, é necessário entrar com insulina por um período até que a mesma seja normalizada. Há também casos de pacientes tipo 2 que já foram diagnosticados há algum tempo e que podem necessitar de insulina. Já para as pessoas com tipo 1, ela é essencial no tratamento, já que as células beta (as que produzem insulina) são destruídas pelo sistema imunológico.

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Hiperglicemia

A hiperglicemia, ou altos níveis de açúcar no sangue, ocorre quando o açúcar no sangue aumenta além da faixa recomendada para você. Seu médico determinará qual a faixa correta de açúcar no seu sangue. Os altos níveis de açúcar no sangue podem ser causados por vários fatores, incluindo: Comer demais Pouca ou nenhuma atividade física Não tomar medicamentos Estresse, infecção ou doença Insulina danificada ou vencida Os altos níveis de açúcar no sangue podem causar problemas graves e são a principal causa de complicações do diabetes a longo prazo. Os sinais de aviso do nível alto do açúcar no sangue incluem: Cansaço ou fadiga Aumento da sede Vontade de urinar frequente Visão embaçada Boca ou pele secas Cicatrização lenta de cortes e feridas Perda de peso inexplicável É importante manter o nível de açúcar no sangue dentro da sua faixa-alvo. A verificação frequente do açúcar no sangue pode ajudar a evitar a hiperglicemia.  

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Diabetes tipo 1

Aproximadamente 3% das crianças e adolescentes são portadores de diabetes.¹ Em pessoas com diabetes do tipo 1, ocorre uma alteração no sistema imunológico que acaba destruindo as células beta, produtoras de insulina, encontradas no pâncreas. É muito mais comum esses casos aparecerem em crianças e jovens até 18 anos, mas existem casos de adultos diagnosticados também. As pessoas enquadradas nesse perfil precisam injetar várias vezes ao dia insulina no corpo, para que o açúcar entre nas células e se transforme em energia para manutenção do funcionamento de todas as funções do corpo. O início do diabetes tipo 1 é repentino e pode incluir os seguintes sintomas: Sede além do normal e boca seca Vontade de urinar frequente Fadiga extrema/falta de energia Perda de peso súbita Cicatrização lenta Infecções recorrentes Visão embaçada Segundo o livro “Tenho Diabetes tipo1, e agora?”, escrito por Mark Barone, “existem vários tipos de insulina pelos seguintes motivos: a insulina mais adequada para você pode não ser a mais adequada para outra pessoa (…) o controle intensivo depende do uso de uma insulina lenta (basal), uma insulina rápida ou ultra-rápida (bolus), ou a bomba de insulina…”. Há três maneiras de aplicação de insulina subcutânea: a primeira delas é por meio de seringas, há também as canetas de insulina que têm o formato de canetas comuns com agulhas descartáveis na ponta, e o mais moderno, que é o sistema de infusão contínua de insulina (SIC), ou como comumente é chamada, bomba de insulina. Ela fica conectada ao usuário através de um catéter e uma cânula sob a pele, fornecendo insulina para o organismo 24 horas ao dia e diminuindo muito o número de “picadas”.

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Hipoglicemia

A hipoglicemia ocorre quando há queda excessiva do açúcar no sangue. O corpo reage à hipoglicemia com sinais de aviso que podem ser diferentes em cada pessoa. Alguns sinais de aviso de hipoglicemia são: Taquicardia Fraqueza Tremor Irritação ou confusão Sudorese A hipoglicemia poderá ocorrer se a refeição atrasar ou faltar, após atividade física vigorosa, ou se muita energia for gasta. Em uma pessoa sem diabetes, o pâncreas interromperá a produção de insulina se o nível de açúcar no sangue ficar abaixo do normal. Em uma pessoa com diabetes, a insulina injetada ou o Sistema de Infusão Contínua (SIC) de insulina mantém o funcionamento, mesmo quando o nível de açúcar no sangue for muito baixo. A hipoglicemia pode ser causada pelos seguintes fatores: Não seguir o seu cardápio Excesso de exercícios ou exercitar-se por um período longo sem uma pausa para o lanche Excesso de medicação ou a troca de medicação Estresse Efeitos colaterais de outros medicamentos Ingestão de álcool, principalmente com alimentos O teste regular pode ajudá-lo a evitar a hipoglicemia. É importante verificar frequentemente o açúcar no seu sangue. Se não for tratada, a hipoglicemia pode causar efeitos graves, como convulsões ou desmaios. Alguém com convulsões ou que tenha desmaiado precisará da ajuda de outras pessoas. As pessoas nesse estágio grave precisarão imediatamente de uma injeção de glicose ou glucagon subcutânea, hormônio que atua de maneira oposta a insulina, ou seja elevando os níveis de glicose no sangue.Um médico deve prescrever glucagon e mostrar a você e a seus parentes como prepará-lo e injetá-lo.Ele pode ser aplicado via subcutânea como a insulina.

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Importância do Controle Glicêmico

“Deixa a vida me levar/Vida leva eu!/Sou feliz e agradeço/Por tudo que Deus me deu…”. O refrão da música de Zeca Pagodinho não reflete muito o momento que a sociedade vive. Sem planejamento, o ser humano não atinge as metas e as vitórias da vida, incluindo os sonhos de uma carreira de sucesso, uma casa própria, a construção de uma família, entre outros. Para as pessoas com diabetes, há mais um desafio a ser conquistado todos os dias, o controle glicêmico. Dessa forma, antes de sair de casa, é necessário fazer um planejamento de como será o dia, pensando em sua alimentação, tratamento indicado pelo médico, exercício físico. Mas você sabe o significado de planejar? A palavra remete em pensar com antecedência os passos que serão dados no futuro. É claro que se o indivíduo aceita este conceito na vida, não quer gastar tempo e energia com coisas que estavam fora dos planos…mas as hipo e hiperglicemias são momentos que as pessoas com diabetes precisam aceitar e ter a oportunidade de transformar em autoconhecimento. Um dos grandes desafios quando a pessoa é diagnosticada com diabetes é reconhecer os sintomas de hipoglicemias, ou seja, quando há queda excessiva do açúcar no sangue, a taxa glicêmica é inferior a 70 mg/dL. Entre os principais sintomas, estão tremores, palpitações, sudorese, fome intensa, palidez, confusão mental, irritabilidade e sonolência. Já para as pessoas que apresentam hiperglicemia, ou seja, altos níveis de açúcar no sangue, os sintomas são diferentes. Por exemplo, pode ocorrer aumento da frequência em urinar, perda de peso, fadiga, cansaço e desânimo. Porém, muitas pessoas com diabetes sentem a intensidade desses indícios de forma diferente e há casos de indivíduos que são insensíveis a esses sintomas, principalmente quando estão hipoglicêmicos. A glicose no sangue reduz sem que haja sinal de aviso perceptível no corpo. Maria Luzia Serraglio, publicitária e 19 anos com diabetes, conta que teve alguns episódios de hipoglicemias assintomáticos. “Em três ocasiões, estava dirigindo. Em um dos episódios, ela conta que havia saído da academia e, de repente, sem conseguir mudar de faixa por falta de coordenação motora foi parar há 30km de onde estava. “Parei o carro e notei casca de banana no meu colo. Não me lembrava de ter comido a fruta e isso me fez retomar a consciência. Parei, senti muito medo e desespero de não reconhecer o lugar, e decidi retornar pela estrada até avistar um posto de gasolina onde pude perguntar…”, lembra Maria Luzia. O médico endocrinologista Márcio Krakauer explica que “pessoas com diabetes há mais de 10 ou 15 anos, com controle glicêmico indesejável e com variabilidade glicêmica, ou seja, com grandes oscilações de glicemia durante o dia, estão mais suscetíveis à redução dos sintomas de hipoglicemias”. Dr. Márcio recomenda que “para os pacientes que têm hipoglicemias durante o sono, oriento para ingerir um copo de leite integral para elevar a glicemia aos poucos, devido ao teor de gordura. Outra sugestão é monitorar a glicemia com mais frequência, o que reduz os episódios de redução de açúcar no sangue. Além disso, sugere tratamento com sistema de infusão contínua de insulina, também chamado de bomba, que proporciona a liberação da insulina no organismo em microdoses ao longo do dia”. “Reduzi muito os momentos de hipoglicemia com a inserção da bomba, pois há fracionamento da insulina no meu corpo. Além disso, a variabilidade glicêmica também diminuiu. Os índices de hiperglicemias não ultrapassam mais de duas ou três horas no meu corpo, pois realizo mais testes também e assim corrijo os índices mais rapidamente”, adiciona Maria Luzia. Conhecimento e experiência são essenciais para o nosso aprendizado. Lembre-se sempre que todo planejamento precisa de ajustes e, para isso, fique atento tanto às mudanças que o corpo requer como também para as escolhas de vida.

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Perguntas e Respostas sobre a terapia com SICI

Perguntas sobre terapia com SICI Com o SICI é preciso realizar os testes de açúcar no sangue? Sim. A monitorização frequente é pré-requisito para a terapia com SICI. Você deve verificar o açúcar no sangue, pelo menos, quatro vezes por dia. Na fase inicial é necessário medir com maior frequência para ter informações para seu médico configurar o sistema conforme as suas necessidades individuais      O SICI regula automaticamente o açúcar no sangue? Não, o sistema garante a infusão precisa e contínua de insulina mediante programação prévia, porém para o controle da glicemia é necessário  fazer testes da glicemia capilar (automonitorização). Tem contra indicação por idade ou tipo de diabetes? Não existe idade limite. Com prescrição médica, basta que o usuário esteja disposto a aprender e saiba manusear equipamentos simples, como um celular, ou tenha um responsável que o faça por ele. A indicação do uso de SICI é para os portadores de diabetes que usem insulina em seu tratamento, que controlem frequentemente sua glicemia e que saibam contar carboidratos. Se você tem o perfil mencionado, fale com o seu médico para ter a sua opinião sobre a indicação. É preciso utilizar o equipamento 24 horas por dia? Como o objetivo do sistema é de “simular” a função do pâncreas, fornecendo insulina basal em pequenas doses ao longo do dia, é necessário manter-se conectado constantemente. É possível desconectar-se por um período limitado para atividades específicas, como durante a prática de alguns exercícios físicos, durante o banho, etc. É possível comer de tudo? A terapia com SICI permite uma maior flexibilidade em relação à escolha e à ingestão dos alimentos. Porém, para cada indivíduo, com diabetes ou não, recomenda-se manter uma alimentação saudável e ter cuidado na hora de escolher os alimentos ou as quantidades. Perguntas sobre Accu-Chek Combo O que é o Sistema Accu-Chek Combo, e o que ele tem de especial? O sistema Accu-Chek Combo é um novo sistema inteligente para terapia com sistema de infusão continua de insulina (SICI). Assim, o equipamento Accu-Chek Spirit Combo consiste em um sistema de infusão contínua, popularmente chamado de bomba de insulina, e do Smart Control Accu Chek Performa Combo. O Smart Control representa a maior inovação deste sistema. Ele reúne as funções de monitor de glicemia, calculador de bolus, controle remoto do SICI, e gerenciamento de dados. O Accu-Chek Performa Combo se comunica com o SICI através da tecnologiaBluetooth, o que oferece mais flexibilidade, discrição e segurança. Ele é personalizável às necessidades individuais, fácil de usar – e cabe na palma da mão! Como posso obter mais informações sobre o sistema Accu-Chek Combo? O time Accu-Chek lhe oferece todo o suporte necessário. Além das informações do site, você pode entrar em contato com a nossa central de atendimento Accu-Chek Responde pelo telefone 0800 77 20 126 ou envie um emailpara brasil.accuchekresponde@roche.com. O horário de atendimento é da segunda à sexta das 8h às 20h, aos sábados das 9h às 15h. O sistema faz o teste de glicemia além de infundir a insulina? O sistema Accu-Chek Combo é composto de um SICI e de um Smart Control: este último, o Accu-Chek Performa Combo, é o controle remoto do SICI, mas, além disso, é também um monitor de glicemia. Isso permite que você meça a sua glicemia e envie as informações para o SICI assim que as quantidades de insulina adequadas sejam liberadas. É possível usar ou o SICI Accu-Chek Spirit Combo ou o Smart Control Accu-Chek Performa Combo separadamente? Sim, é possível. Cada um dos aparelhos é plenamente funcional, mas usando-os separadamente você não poderá aproveitar todas as vantagens e as inovações da Accu-Chek Combo. Características do sistema Por que o cálculo de bolus está disponível apenas no monitor, e não no SICI? O sistema é baseado no conceito de oferecer todo o controle do seu diabetes em suas mãos, sem que você precise tocar no SICI. Isso garante mais discrição e evita incoerências nos comandos passados para o SICI. O que acontece se eu esquecer meu Accu-Chek Performa Combo em casa? O SICI Accu-Chek Spirit Combo é plenamente funcional, mesmo sem o monitor. Se você esquecer o monitor, é possível operar todas as funções básicas diretamente no SICI. Porém você não vai medir a sua glicemia o que impede de aproveitar o cálculo de bolus e registrar os seus valores. E se eu perder o meu Accu-Chek Performa Combo? Contate a nossa central de relacionamento Accu-Chek Responde (0800 77 20 126 oubrasil.accuchekresponde@roche.com) para saber mais sobre o procedimento para adquirir um novo Smart Control e conectá-lo com o seu SICI. O Accu-Chek Combo é à prova d'água? O SICI Accu-Chek Spirit Combo não é a prova d’água , mas é resistente a contatos rápidos e acidentais com água, como chuva e humidade. Antes de tomar banho ou entrar na piscina, é preciso desconectar e retirar o SICI. O Smart Control Accu-Chek Performa Combo não é à prova d’água e deve ser sempre mantido seco Normalmente, os alertas aparecem no visor do SICI. O que acontece se o alerta for dado enquanto o SICI estiver em local não facilmente accessível? Em caso de um alerta, o SICI alertará você vibrando ou emitindo um sinal sonoro. Porém, não é preciso acessar o SICI para visualizar a mensagem. Basta ligar o seu Accu-Chek Performa Combo para ver o alerta imediatamente, e tomar as devidas providências002E

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