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Controlando as complicações do diabetes

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Como você já deve saber, controlar o açúcar no seu sangue é importante para evitar hipoglicemia e hiperglicemia – níveis baixos e altos de açúcar no sangue.

Mantendo o açúcar no seu sangue na sua faixa-alvo, você pode atrasar ou evitar complicações a longo prazo. A hiperglicemia pode danificar muitas partes do seu corpo, incluindo olhos, coração e dedos dos pés. A boa notícia é que você, junto com seu médico, pode conseguir reduzir ou até mesmo evitar o impacto das complicações do diabetes na sua vida.

Essas páginas relacionam algumas das complicações mais comuns relacionadas ao diabetes, seus sintomas e tratamentos, e algumas recomendações que o seu médico pode fornecer para ajudá-lo a reduzir o risco.

Bom senso no controle da glicemia para curtir baladas e shows

“A música “Who I am” tem uma história diferenciada por abordar de maneira sutil o diabetes. O cantor Nick Jonas declara-se ‘brother’, ‘diabetic’ e ‘just me’, em seu vídeo oficial no Youtube que atingiu a marca de 75 milhões de visualizações. Assim, como todos nós, que queremos passar algo sobre a nossa maneira de viver com o universo do diabetes, somos um amontoado de coisas diferentes”.

A declaração é de Ana Paula Strauss, estudante de letras, com 22 anos, 14 deles com diabetes tipo 1. Em seu blog http://qualquercanto.wordpress.com/, transmite o quanto é fã de Nick Jonas, que esteve no Brasil, em setembro, em turnê pelas capitais de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba com sua banda Jonas Brothers.

A adoração da Ana Paula vai além de “curtir” as músicas, ela também se identifica com o integrante Nick que foi diagnosticado com diabetes aos 13 anos. Uma de suas músicas, A Little Bit Longer, escrita pelo cantor, relata o que sentiu quando foi diagnosticado com a doença. Desde então, a banda organiza eventos para crianças com diabetes.

Este assunto vem à tona, pois uma das principais preocupações com as pessoas com diabetes é como se deve controlar a glicemia ao frequentar shows e balada?

Neste show, Ana não teve problemas, pois ficou somente duas horas no evento para assistir à tão esperada apresentação, mas semanalmente costuma ir a shows de músicas alternativas em baladas na região da Rua Augusta, em São Paulo.

“São shows que começam às 23h e vão até às 4h30 da madrugada. Muitas apresentações tocam rock misturado com outros ritmos, as letras são bem elaboradas e sempre tenho acesso às bandas após o encerramento do show. Este tipo de música mexe com sensações diferentes, devido ao volume alto do som e das luzes diferenciadas. Preciso ficar bem sintonizada, pois podem acobertar os sintomas de hipoglicemia”, explica Ana.

Segundo a Dra. Denise Ludovico,  endocrinopediatria, com especialização no Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, “antes de ir a um show ou a uma balada, é preciso se alimentar com carboidratos de lenta absorção, como pães, barrinhas de cereais e bolachas, preferencialmente integrais. Além disso, é importante levar balas ou sachês com açúcar em caso de hipoglicemias e, claro, não esquecer insulinas ou remédios, carteira de identificação e hidratar-se sempre”.

“Nas baladas que frequento, os lugares não estão preparados para fornecer alimentação, por isso, sempre levo bolachas e barrinhas de cereais, além de glicose líquida e torrões, no caso de ter algum episódio de hipoglicemia. Também levo comigo uma carteira de identificação e meus amigos sabem que tenho diabetes e o que fazer se eu não passar bem”, afirma Ana.

“Levo sempre as insulinas e glicosímetro e muitas vezes ainda preciso explicar às pessoas na balada o que é diabetes e o motivo de sempre levar os alimentos e as medicações. Outra coisa importante é que não consumo bebida alcoólica e fico brava quando não há refrigerante sem açúcar”, adiciona Ana.

No quesito bebidas alcoólicas, Dra. Denise faz um alerta: “a pessoa que consumir precisa ter bom senso para saber a quantidade certa, evitando situações de uma hiper ou hipoglicemia. Para os homens, o consumo máximo diário de bebidas alcoólicas recomendado pela American Diabetes Association é até duas taças de vinho ou duas latas de cerveja. Já para as mulheres é uma taça de vinho ou uma lata de cerveja”.

“A ingestão de bebida alcoólica, sem o acompanhamento de alimentos, pode provocar hipoglicemia. Deve-se fazer a automonitorização da glicemia, antes e duas horas após a ingestão da mesma, assim, pode-se perceber o comportamento do álcool no organismo, que deve realizar as correções diante do resultado obtido. Outra sugestão importante é que o álcool não deve ser considerado carboidrato na contagem para a aplicação de insulina, pois é metabolizado de forma semelhante às gorduras, ou seja, tende a aumentar a glicemia duas horas e após mais duas horas depois do seu consumo”, afirma Dra. Denise.

“Outra recomendação é a não utilização de energéticos, que combinados com as bebidas alcoólicas, aumentam de forma exagerada o nível de excitação da pessoa, além de mascarar os efeitos do álcool no organismo. Isso pode fazer com que a pessoa não perceba que está com hipoglicemia ou que tenha a sensação de não estar bêbada. Como os energéticos têm em sua composição cafeína, quando usados regularmente, podem causar alteração do sono. O consumo de drogas nem deve passar pela cabeça da pessoa em hipótese alguma”, alerta Dra. Denise.

Por isso, Ana deixa uma mensagem, “precisamos lidar com o diabetes em todas as situações, realizar todos os cuidados sempre. Além disso, as pessoas que têm conhecimento e se sintam pré-dispostas podem atuar como educadores em diabetes, para sempre que alguém questionar algum procedimento com o glicosímetro ou com a insulina, explicar um pouco sobre a condição. Assim poderemos alertar a sociedade como um todo”.

Dra. Denise faz um último comentário: “lembrar que ‘a liberdade’ é conquistada e, por isso, é importante que os jovens com diabetes façam atividade física regularmente, tenham uma alimentação saudável e meçam sempre a glicemia, pois assim aproveitarão os prazeres da vida”.

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